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Impasse da soja na Argentina já beneficia rivais dos Estados Unidos

Impasse da soja na Argentina já beneficia rivais dos Estados Unidos. O aumento dos controles cambiais no país vizinho já tem impacto generalizado, desde a dívida corporativa até planos de assinatura de canais de streaming. 

O banco central argentino já tenta impedir a queda das reservas em moeda forte com as restrições ao acesso a dólares. Entretanto, ao mesmo tempo, as autoridades permitem a proliferação de múltiplas taxas de câmbio, sendo que a taxa oficial controlada é muito mais forte do que as demais.

Com este cenário, produtores de soja devem segurar a produção com a aposta na queda da taxa oficial e expectativa de receber mais pesos pelos grãos cotados em dólares. Este de fato é um impasse que deve privar a gigantesca indústria de esmagamento argentina de matéria-prima, o que pode direcionar compradores de farelo e óleo de soja para processadoras americanas. “A Argentina tem alguns desafios com os agricultores segurando a safra de soja como proteção contra a desvalorização da moeda”, concluiu o diretor financeiro da ADM, Ray Young, em conferência neste mês de setembro. 

“E assim o comprador global de farelo virá para os Estados Unidos no quarto trimestre.” A soja mostra forte recuperação nas últimas semanas e já é negociada perto do maior nível em mais de dois anos. 

Entretanto não é o suficiente em pesos para agricultores que ainda irão vender ou precificar contratos para 52% da safra encerrada em junho.

Fonte: O Presente Rural / Money Times 

Foto: Divulgação



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A pressão sobre as cotações da soja e do milho na Bolsa de Chicago acontece devido a colheita da safra 2020/21

A pressão sobre as cotações da soja e do milho na Bolsa de Chicago acontece devido a colheita da safra 2020/21 de grãos dos Estados Unidos estar em pleno vapor.  Mesmo com a demanda em ritmo frequente e consistente, no caso de ambas as culturas, a entrada de duas ofertas robustas pesa significativamente sobre o andamento dos preços. 

Segundo os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportados recentemente, são 6% da área de soja e 8% da área de milho já colhidas, e as expectativas são de que os trabalhos de campo ganhem mais tração e ritmo nestes próximos dias, especialmente no final de semana, com o clima quente e seco previsto para quase todo o Corn Belt. 

Já de acordo com informações da Reuters Internacional levantadas por sua especialista Karen Braun, os resultados do milho colhidos no Kansas surpreenderam pela produtividade. Entretanto a soja que já começa a ser colhida em Iowa trouxe números abaixo do esperado.  Segundo os produtores, a falta de chuvas no final do desenvolvimento da soja, em especial no período de enchimento de grãos, tirou um pouco de peso e tamanho dos grãos e reduziu, portanto, a performance das plantas.

Fonte: Notícias Agrícolas 

Foto: Divulgação

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Brasil deve exportar cerca de 82 milhões de toneladas de soja em 2021

Segundo a Datagro o Brasil deve exportar cerca de 82 milhões de toneladas de soja em 2021, o que corresponde um aumento de 1,2% em comparação se comparado a estimativa deste ano. A receita deve subir para 13%, o que corresponde cerca de R$31,57 bilhões. De acordo com a consultoria, as estimativas para 2021 consideravam previsões preliminares de uma safra brasileira recorde de soja, de 131,69 milhões de toneladas, além claro do aumento do consumo mundial e as perdas parciais da safra dos Estados Unidos. 

Fatores limitantes também foram levados em consideração como a peste suína africana (PSA), o clima, diante da possibilidade de La Niña, e as tensões sino-americanas.  Além da previsão de embarques em grão de 82 milhões de toneladas, próxima do recorde de 2018, de 83,26 milhões de toneladas, o farelo de soja tem estimativa de 17,80 milhões de toneladas, aumento de 4,7% no comparativo anual. Entretanto o óleo de soja deve ter retração de 22,7% nas exportações, totalizando um volume de 850 mil toneladas.

Fonte: Data Agro / Globo Rural

Foto: Divulgação



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Lucratividade bruta para a safra de 2020/21 de soja do Brasil é positiva

A perspectiva de lucratividade bruta para a safra de 2020/21 de soja do Brasil é positiva, é o que aponta a Consultoria DATAGRO. 

Essa safra que será plantada em breve no país tem perspectiva financeira inicial extremamente positiva para os agricultores, isso se considerarmos as boas expectativas de rendimento  médio e preços, apesar do indicativo de custos de produção.

 A constatação faz parte do último levantamento da DATAGRO. E caso o avanço de lucratividade bruta se confirme na nova temporada, com indicativos de taxas entre 33% e 54% sobre o custo operacional, seria o 15º ano consecutivo de resultado positivo na renda da maioria dos produtores de soja do país.



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Produção de soja do Paraná deve atingir a marca de 20,37 milhões de toneladas já nesta safra de 2020/21

A produção de soja do Paraná deve atingir a marca de 20,37 milhões de toneladas já nesta safra de 2020/21, o que significa uma queda de 1% em relação a temporada do ano anterior, apesar da projeção de área plantada recorde, com técnicos da Secretaria de Agricultura apontando produtividade mais em linha com a média histórica, após bons números de 2019/20. 

Em sua primeira projeção para o ciclo atual, o Departamento de Economia Rural (Deral) vê alta de 1% na área de plantio da soja, para 5,53 milhões de hectares na soja, e o mesmo percentual de aumento para o milho, a 358,6 mil hectares. 

Impulsionados por elevados preços das commodities, produtores do Paraná, segundo produtor de grãos do Brasil, estão ocupando terras antes usadas como pastagem, já que o Estado que tem uma área agrícola bastante consolidada. 

Foto: Divulgação



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A semente é o principal insumo da lavoura

A semente é o principal insumo de uma lavoura, por isso o destaque para esse manejo que gera segurança e chance de a semente exercer seu total potencial. Uma boa lavoura começa pela semente. 

Para alcançar o resultado esperado, com muito mais lucro e produtividade, o tratamento de sementes é uma ferramenta poderosa para proteger o insumo de inúmeros agentes causadores de doenças e pragas que ameaçam a fase inicial do cultivo. 

Quando se realiza a semeadura, se inicia também uma corrida pela produtividade e é neste período que a semente pode sofrer com uma série de ameaças. 

Conheça um pouco mais das cultivares da Sementes Germinex, acesse:  https://germinex.com.br/ 

Foto: Divulgação



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O agro continua sustentando a economia do Brasil

Segundo Alexandre Garcia, jornalista e comentarista do Canal Rural, na pandemia, o agro não se abateu e continua sustentando a economia do Brasil.  

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve queda de 9,7% no segundo trimestre deste ano, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Entretanto, a agropecuária avançou 0,4%, único setor da economia com crescimento. 

“O IBGE confirmou o que todos nós sabíamos, caiu a indústria, caiu o setor de serviços, mas o agro subiu e tem ajudado a sustentar o país.

Foto: Divulgação


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Exportações de Soja do Brasil – Julho

O mês de julho foi onde as exportações de soja do Brasil atingiram um volume de 3,9 milhões de toneladas nos primeiro 8 dias úteis e com isso, a média diária ficou em 489,44 mil toneladas embarcadas por dia, um resultado de 51,24% maior que o volume média diário praticado em igual período do ano anterior. Já nas cotações, porém, os preços tiveram drástica queda, pressionados pelo mercado externo.  


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Demanda pela soja brasileira permanece em alta

A demanda pela soja brasileira permanece em alta, com as indústrias pagando melhor que a exportação para garantir a oleaginosa no mercado interno, porém, vendedores se retraíram, refletindo em cotações heterogêneas entre as praças, e uma elevação nos prêmios. 

No exterior a soja finaliza a semana positivamente na CBOT, com otimismo dos comerciantes com as compras da China, apesar da relação abalada entre EUA e o país asiático.

Foto: Divulgação



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Crescimento de soja nos próximos dez anos depende do aumento da produtividade

Estudo realizado pelo Ministério da Agricultura aponta que o Brasil que a safra de 2029/2030 pode bater a marca de até 185,9 milhões de toneladas de soja. Entretanto o crescimento nos próximos dez anos depende do aumento da produtividade para alcançar esses números. 

Isso representaria um aumento de 54,5% ante os 120,3 milhões de toneladas produzidas na temporada 2019/2020. O avanço só seria comparável ao resultado registrado em 2009 a 2019, significando uma alta de 60% no período. Entretanto, caso a produção não cresça o país pode não alcançar esses números. 

Foto: Divulgação

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